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sexta-feira, 29 de janeiro de 2016
Resenha: Despertar - Amanda Hocking (série Watersong #1) - I Dare You Janeiro
Unknown
22:09
Amanda Hocking
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2 comentários
:
sábado, 9 de janeiro de 2016
sábado, 2 de janeiro de 2016
Filme - Orgulho e Preconceito
Orgulho e Preconceito, resenha aqui, teve duas adaptações para o cinema e algumas para a televisão. As versões para o cinema foram as de 1940 e de 2005. A segunda é facilmente achada pela internet (pelo menos foi para mim), mas a primeira eu só achei para download.
Primeira Versão
O filme de 1940 é estrelada por Greer Garson, como Elizabeth Bennet; Laurence Olivier, como Mr. Darcy; Maureen O'Sullivan, como Jane Bennet e Bruce Lester, como Mr. Bingley.
Pela imagem acima é possível ver uma enorme diferença entre a Lizzie do livro. A atriz que interpreta a Eliza Beneth desse filme está mais para ser Jane. Essa versão também caracteriza os personagens de forma, talvez, mais fiel ao livro. A Sra. Bennet é escandalosa ao extremo, as irmãs Bennets mais novas são superficiais e adoram aparecer e a semelhança com os personagens talvez seja maior comparada com a outra versão. Mas, por outro lado, a indiferença de Elizabeth pelo casamento e sua língua esperta teve sua essência perdida no caminho. Uma parte que me fez muita falta foi que não houve a ida de Eliza à Pemberley e ela não conheceu a irmã do Mr. Darcy, um acontecimento que considero crucial no que diz ao afeto da primeira pelo cavalheiro. Um evento de grande estranhamento foi o fato da tia de Mr. Darcy ao invés de odiar Lizzie, como no livro, ela tem profundo respeito por ela até ajudou Darcy ao checar se ela ainda queria casar-se com ele, o que é uma volta de 360° comparando ao livro.
O trailer do filme:
Segunda Versão
Produzido em 2005, a melhor versão na minha opinião. Mas vamos levar em conta que não sou muito inclinada a gostar de filmes antigos. Estrelado por Keira Knightley, como Elizabeth Bennet; Matthew MacFadyen, como Mr. Darcy; Rosamund Pike, como Jane Bennet; e Simon Woods, como Mr. Bingley. Filme Filme muito divertido e leve como o próprio livro. O caráter de Elizabeth é mantido com uma boa dose de sarcasmo. Filme mais romântico de todos os tempos, olhem para a foto acima. É tão doce o relacionamento explorado, tão suave e apaixonante. Ao ler o livro tive a impressão de uma leitura leve com algumas partes levemente emocionantes e de volta à leveza, esse filme capta bem esse aspecto. Com uma Lizzie risonha e um Mr. Darcy tímido e orgulhoso. Melhor filme para assistir naqueles dias chuvosos.
Assista a seguir o final alternativo do filme:
E o trailer:
Adaptações para TV
Como eu não assisti nenhuma ficaria meio sem sentido colocar aqui mas, indo naquela ferramenta mágica chamada Google, eu achei um site que falava sobre quatro adaptações e eu resolvi colocar aqui:
Me digam sobre suas opiniões e sugestões.
Até outro dia,
sábado, 9 de maio de 2015
Resenha: Orgulho & Preconceito - Jane Austen
Título Original: Pride and Prejudice
Autor: Jane Austen
Editora: Martin Claret
Gênero: Ficção / Literatura Estrangeira / Romance
Número de páginas: 469 páginas
Sinopse: O romance retrata a relação entre Elizabeth Bennet (Lizzy) e Fitzwilliam Darcy na Inglaterra rural do século XVIII. Lizzy possui outras quatro irmãs, nenhuma delas casadas, o que a Sra. Bennet, mãe de Lizzy, considera um absurdo. Quando o Sr. Bingley, jovem bem sucedido, aluga uma mansão próxima da casa dos Bennet, a Sra. Bennet vê nele um possível marido para uma de suas filhas. Enquanto o Sr. Bingley é visto com bons olhos por todos, o Sr. Darcy, por seu jeito frio, é mal falado. Lizzy, em particular, desgosta imensamente dele, por ele ter ferido seu orgulho na primeira vez em que se encontram. A recíproca não é verdadeira. Mesmo com uma má primeira impressão, Darcy realmente se encanta por Lizzy, sem que ela saiba do fato. A partir daí o livro mostra a evolução do relacionamento entre eles e os que os rodeiam, mostrando também, desse modo, a sociedade do final do século XVIII.
Resenha: Por ser um considerado clássico é totalmente aceitável que se tenha algumas expectativas sobre ele (não que eu tenha muitas experiências com clássicos), e não é incomum as pessoas se decepcionarem com ele, só um aviso. Aí vai!
Orgulho e Preconceito é um daqueles livros que começam chatinhos. No início não há nada de cativante que faça o no mínimo leitor suspirar. É apenas uma descrição da sociedade da época, perfeito para quem quer estudar o século XVIII. A leitura é o que eu considero em linha reta, não há grandes rupturas na linha de raciocínio da história e nem grandes emoções.
Jane Austen, porém, utiliza do humor para narrar os acontecimentos e as características dos personagens. Isso foi o que mais me cativou.
E aí vai uma lista dos personagens que eu mais me prendi:
Elizabeth "Eliza/Lizzy" Bennet: Uma moça claramente avançada para sua época. De boca impertinente e olhos expressivos, sempre tem uma resposta para quem tenta ridicularizá-la.
Sr. Darcy: Inicialmente orgulhoso, grande apreciador de olhos e finalmente um fervoroso apaixonado.
Charlotte Lucas: Uma moça que defende o casamento pela simples finalidade de estar casada.
William Collins: Um rapaz quase humilde que tem por única finalidade louvar sua senhora protetora: lady Catherine de Bourgh.
Caroline Bingley: Uma mulher que vive correndo atrás do Sr. Darcy, praticamente implora por seu afeto.
Sra. Bennet: Frequentemente atacada por seus nervos, nervos mágicos que curam-se a cada vez que os objetivos de sua dona são alcançados.
Jane Bennet: Moça mais do que delicada, docemente não quer ver defeitos em ninguém.
etc,etc...
Lá para o meio do livro(sim, é preciso paciência), o romance toma conta. Jane sofre pela perda de Sr. Bingley ao mesmo tempo que Sr. Darcy se declara para Elizabeth, apesar desta lhe recusar a mão. E aí está, para os românticos de plantão ♥♥♥.
A partir daí Sr. Darcy trilha seu caminho para dentro do coração de Lizzy, reformulando os conceitos de Lizzy sobre sua pessoa e a ajudando em situações que ela nunca esperou tal intromissão.
Resumindo: paciência é a alma do negócio e se não gostar de romance nem tente.
Lá para o meio do livro(sim, é preciso paciência), o romance toma conta. Jane sofre pela perda de Sr. Bingley ao mesmo tempo que Sr. Darcy se declara para Elizabeth, apesar desta lhe recusar a mão. E aí está, para os românticos de plantão ♥♥♥.
A partir daí Sr. Darcy trilha seu caminho para dentro do coração de Lizzy, reformulando os conceitos de Lizzy sobre sua pessoa e a ajudando em situações que ela nunca esperou tal intromissão.
Resumindo: paciência é a alma do negócio e se não gostar de romance nem tente.
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